segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Uma coisa nova!


Hoje dia 30/01 completo mais um ano de vida.
Acabo de receber dos céus folhas branquinhas e lisas esperando por linhas que sejam escritas a respeito de crescimento pessoal e espiritual.
Quero me despir do medo das coisas novas. Aliás, alguém sabe o motivo de termos tanto medo do desconhecido? Nós adultos deveríamos estar acostumados, já que desde a nossa concepção somos lançados em territórios completamente novos. Crescemos no ventre de outro ser, somos expulsos contra nossa vontade para um lugar onde seres imensos nos seguram, nos limpam, nos observam... Até que nos entregam a alguém que reconhecemos seu cheiro, ouvimos sua voz e temos certeza de que é a nossa Mãe!
Tenho tanto a agradecer aos meus pais. Primeiramente a Deus por ter me confiado a pessoas tão humildes e tão bondosas.
Sou eternamente grata ao meu pai pela sua entrega total a mim, pelos sacrifícios, pelo suor, pelo pão de cada dia, pelos conselhos, pelos carinhos, pela preocupação e por todos os gestos de amor paterno...
Agradeço pela minha mãe, a mulher que me gerou, que me deu a oportunidade de estar aqui e desfrutar de todas as bênçãos que O Senhor já havia me reservado. A minha companheira, minha amiga, minha professora, meu espelho de iniciativa, de independência... Agradeço imensamente!
Essas novas páginas que recebi dos céus serão escritas muitas vezes com tintas vermelhas, meu sangue; com tinta transparente, minhas lágrimas; com tintas verdes, minhas esperanças... Mas no final essas páginas serão admiradas por sua beleza, o arco íris em cada frase será o pagamento de todas as vezes que precisei sangrar e borrar o vermelho com as gotas que brotaram de meus olhos.

Como propósito de novo ano e de uma nova etapa eu aceito a felicidade e a vida com tudo que ela tem a me oferecer. E ofereço o que tiver de melhor em mim a quem quiser e aceitar a mim da mesma forma, com tudo que sou, com tudo que preciso deixar e com tudo que aprenderei a ser!

Obrigada minhas irmãs, minhas amigas, meus colegas, conhecidos... todos! Que a paz de Deus nos acompanhe sempre!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Participe!

O ateliê da Nina é simplesmente muito fofo!!!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O que você realmente quer?

Estava eu a desenhar, a princípio tive um desejo porém ao longo da tarefa os traços foram tomando rumos diferentes.. Que bom! Pude entender um pouco sobre a vida.. E escrevi algo a respeito:

Quando se deseja muito alguma coisa é preciso ter paciência.

É como desenhar...

Aos poucos você vai percebendo o que o seu coração quer riscar. Seu desejo inicial é desenhar uma fazenda e quando termina a arte percebe que apenas esboçou uma casinha no meio do nada, um cavalo forte se alimentando no pasto, um rio de águas límpidas e um céu escuro iluminado por uma bela lua cheia.

É aí que se compreende: A felicidade está nas coisas simples.
Então você percebe que o que realmente queria não era a fazenda, talvez nem a casa pequena e sim alguém ao seu lado pra fazer de qualquer lugar o melhor pra viver.

Pois onde estão duas pessoas que se amam aí também está a paz. E onde há paz não há espaço para infelicidades.

MirlaineLima

domingo, 8 de janeiro de 2012

Outros X Eu.. infinitamente!

Realmente eu me preocupo com os outros e não vou negar.
Penso que aquilo que é seu, é seu. E o que é meu, é meu.
E, se o que é meu está momentaneamente sobre seus cuidados, eu apenas preciso ter paciência e esperar sabendo que tudo um dia se ajeita.
Sei que nada é por acaso.
Não escolhemos sentir amor ou ódio. Naquele momento em que se olha pra alguém, você apenas sente! E a partir de já ter sentido é que vai decidir se continuará alimentando esse sentimento. Nutrir amor ou ódio.. Não é assim que acontece?

Do que tenho certeza? De que o ódio não receberá de mim nenhuma migalha.
Agora, o amor... Ah o amor! Como ele suga minhas forças, entra em mim e domina todas as minhas partes. Já não penso por conta própria, vivo de recordações e de flashes de um futuro feliz... Tapo os olhos e finjo não haver dificuldades nessa história toda, decido não escutar os conselhos sábios de quem já não é marinheiro de poucas viagens nesse mar revolto...
Até que num devido momento a ficha cai...
E quando penso em abandonar esse amor e não alimentá-lo mais, quem disse que consigo?
Você consegue?