quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Então você aprende...




Chega um tempo em que você percebe que fazer os outros sorrirem é bem melhor.
Que entregar-se em um abraço é revigorante.
Que ouvir é tão bom quanto falar.
Que dar atenção ao outro te faz esquecer daquilo que te preocupa, e assim você se torna mais calmo, mais leve, mais amável.

Chega um tempo em que você se cansa de olhar apenas pro próprio umbigo, de caminhar em círculos pensando no que você é, no que você tem, no que você tinha, no que te falta...
Nesse tempo você nota quão importantes são as pessoas à sua volta e que você deve cultivar essas relações de afeto.

Chega um tempo em que você se dá conta de que ninguém é feliz sozinho.
Que é preciso dar e receber cuidados, carinhos. Seja de pessoas, animais, flores...

Enfim, você a cada dia vai travando batalhas contra tudo o que impede um bom relacionamento com aqueles que você convive e ama.
Assim como um guerreiro por vezes você vai ser ferido, por outras vai ferir.

Mas ao final de cada dia, você terá a oportunidade de pensar em suas atitudes.
E poderá dormir tranquilamente, pois pelo menos tentou ser para os próximos aquilo que você espera que eles sejam.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Ensinamentos de Gandhi



"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

* texto retirado de algum site. rsrs me esqueci qual.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ninguém sabe o que aconteceu...

Concluí, nesses dias tristes de meditação constante, que na verdade o que me incomoda tanto nem é o fato em si, e sim a secura dos corações que ficaram.
Como é fácil dizer que ele é quem escolheu assim, que o caminho que ele traçou o levou a morte, que ele não acreditava em Deus, que ele isso que ele aquilo.
Gente! Será que não é possível perceber que algumas pessoas são mais sensíveis? Eu me recuso a acreditar que cristãos o julguem dessa forma simplificada.
Creio que Jesus não olha apenas a ação e sim tudo o que o levou a tomar tal atitude.
Quem nunca quebrou um braço não sabe dizer qual é a dor, quem sempre teve os pais presentes não sabe dizer o vazio a que essa falta deixa no coração, não sabe mensurar a falta que faz os cuidados de uma mãe, o exemplo de um pai. O Deus a quem busco, olha além das aparências, enxerga na alma o que ninguém tem acesso.
É muito cômodo pensar que agora não há mais nada a ser feito. Que ele já se foi e agora só cabe a nós rezar pelos que ficaram.
Eu me recuso a pensar assim, mesmo que doa, não quero me tornar uma pessoa conformista. Está bem, o tempo que tive com ele por perto em carne e osso acabou. Mas quantos outros por aí na mesma situação? Quantos vivem com depressão profunda, escondida atrás de risos forçados por bebidas e drogas? Quantos querendo encontrar um sentido na vida, mas não encontram quem os direcione? Quantas Madalenas por aí sendo apedrejadas pelos “seguidores de Cristo”... Quanta hipocrisia!
Eu só espero que essa dor, esse sentimento de invalidez, torne-me aos poucos uma pessoa melhor. Capaz de entender que é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã. Por que se pararmos pra pensar, na verdade não há.


ouçam pais e filhos - legião urbana)

domingo, 18 de setembro de 2011

Todo tempo de dor é tempo de poesia...

Querendo ou não
todo tempo de dor
é tempo de poesia.

As palavras ficam felizes na mente de quem sofre
Brincam de pique- esconde.
Montam textos.
Se desfazem e se fazem de outra forma
em questão de segundos.

A mais bela poesia é feita por aquele que busca um pouco de paz,um certo desabafo nas palavras.

É quando não há mais como explicar que surgem as melhores explicações. Com poucas palavras mas muito sentimento e sinceridade.

Mirlaine Lima

sexta-feira, 16 de setembro de 2011




Adeus...


Será que eu poderia ter feito alguma coisa? Uma conversa, um olhar, uma palavra?

Se eu não fosse tão egoísta, tão presa em meu mundinho talvez um encontro modificasse esse fim. Talvez o fim nem tivesse chegado tão cedo.
É a segunda vez que me vejo diante de uma perda assim. Duas almas lindas que demonstravam nos lindos olhos claros uma solidão profunda.
É a segunda vez que me sinto um nada. Vejo a finitude humana diante de meus olhos e nada posso fazer. Nada ameniza essa dor.
Muitos podem até questionar o porquê dessa tristeza que me invade. Simplesmente sinto! É como se essas duas pessoas me fossem mais próximas do que na verdade eram. O que me incomoda é que toda vez que eu as via, sentia esse afeto, esse carinho de irmãos, eu não demonstrava. Acho que esse sentimento de tristeza se mistura com arrependimento. Arrependo-me de não ter quebrado a barreira da timidez indo ao encontro dessas almas.
Penso que a única coisa que me resta é orar, clamar a Deus pra que receba de braços abertos esses filhos amados, que por alguma razão nos deixaram tão cedo. Creio que a misericórdia divina supera qualquer ação humana. Qualquer.
Sendo assim, me resta buscar na certeza de que O Senhor os acolhe nesse instante, a alegria de saber que lá onde estão nada os perturbará e a felicidade estará a todo instante emanando de seus lindos olhos claros.

Até algum dia...
Mirlaine Lima


( one last breath - creed )ouça!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011



Não me lembro quando, mas já ouvi alguém dizer que pra tudo existe um por que.
Por muito tempo acreditei nessa afirmação, até que fui amadurecendo e observando as coisas de uma maneira diferente e percebi que comigo essa regra pode não estar acontecendo. A menos que eu esteja muito lenta para entender as situações por mais que eu pense, analise as situações, busque soluções sobrenaturais, estude, leia... Não consigo encontrar o motivo de algumas coisas acontecerem e de outras não acontecerem nem por reza braba.
E continuo questionando: Por quê?
Creio eu que você também já se fez essa pergunta diante de algum acontecimento em sua vida. E tenho quase certeza de que se alguém ainda não disse, logo aparecerá um bendito dizendo: Não se preocupe tudo tem um motivo (um por que), logo você verá.
Aliás, esse aparecido sempre esteve presente na minha vida, principalmente nas aulas de português onde eu nunca conseguia aprender se deveria usar porque junto e sem acento, ou porquê junto e com acento, ou ainda por que separado e sem acento... Ah tem também o por quê separado e com acento.
Diante desse e de tantos outros fatos, o que me resta é continuar frustradamente me perguntando o porquê!

Por que: é um advérbio interrogativo (seguido de motivo).
Ex: Queremos saber por que vocês foram embora. (... saber por que motivo vocês foram...)

Por quê? : é usado em final de frase.
Ex: Vocês foram embora por quê?

Porque: Estabelece uma causa, explica.
Ex: Saiu porque quis.

Porquê: Equivale à causa, motivo mas é precedido pelo artigo o.
Ex: Não quero saber o porquê.




Pelo menos vocês que estão lendo podem relembrar as regras desse aparecido por que.

Abraços,
Mirlaine Lima.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Apressados Pq? Vc pode me dzer?

Sinceramente, me falta paciência para pessoas monossílabas e infelizmente acredito que isso não vá melhorar. Nem os internautas vão passar a escrever palavras inteiras e nem eu vou conseguir paciência diante desse caos.
O pior é que sempre me pego abreviando loucamente as palavras. Pq?
A gota d’água pra que eu escrevesse sobre isso foi quando elogiei alguém, lhe presenteando com lindas palavras inteiras e esse miserável me respondeu apenas: “vlw”.
O que é isso? Parece-me uma sigla de qualquer empresa de transporte aéreo, menos um agradecimento sincero e feliz pelo elogio recebido.
É, eu sei, preciso aceitar que as coisas estão cada vez mais rápidas, que é preciso correr contra o tempo já que ele não pára e tal e coisa e coisa e tal. Mas me diga, por favor, me diga pra quê tanta pressa? Aonde se quer chegar? Alguém já conseguiu chegar lá?
Eu também estou apressada demais pra tudo, como correndo, ando voando, leio como se o livro fosse se despedir de mim a qualquer instante. O que acontece é que eu nem sei pra quê tudo isso, nem sei pra onde estou indo, nem mesmo se quero ir pra algum lugar.
Ultimamente tenho sentido falta de uma época que nem vivi. Onde as pessoas conversavam na varanda numa tarde fresca e tranqüila, uma época em que as pessoas paravam pra perceber o “clima-tempo” sem utilizar de qualquer tecnologia.
Mas, sabe? Não adianta lutar contra. Se eu parar, se pelo menos tentar diminuir o ritmo, penso que serei pisoteada por outros apressados enlouquecidos dessa era digital, virtual, tecnológica ou sei lá o quê.
Pra ser sincera estou exausta. Nesse exato momento o que eu mais queria era ter papel e lápis, estar sentada numa grama verde, no campo, observando minha casinha branca de varanda, meu quintal e a janela de onde eu contemplaria o maravilhoso sol nascer!!!
Mirlaine Lima

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ore, reze, converse com o Criador, faça essa comunicação à sua maneira. O importante é não deixá-lo esperando para amar você...




Oração dos músicos
Senhor abençoa esse dom do canto para que nossa voz seja agradável aos teus ouvidos.
Dá-nos a graça de crermos no que cantamos, para que as pessoas sejam tocadas por esse testemunho de fé.
Ensina-nos a cada dia, a cada nota, que nada somos sem ti.
Para que assim, certos dessa verdade, jamais nos afastemos da tua presença.
Que estejamos sempre cientes que esse dom nada mais é que Graça Tua!
Acolhe-nos, forma-nos, cela em nós a certeza de que somente o Senhor merece a glória, o louvor e todos os aplausos.
E como diz aquela canção:
Senhor ensina-me a cantar a Sua música.
E se eu desafinar,
rege a minha vida!
Amém!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O perdão.

O perdão. Ontem escutei uma colocação a respeito do perdão que me deixou fascinada. "O perdão não é um sentimento, e sim uma decisão." (Pe. Ricardo Caricatti). Quantas vezes lembramos de alguém que nos decepcionou, que nos humilhou e pensamos que o perdão virá quando a tristeza sair do coração? Tolice! Somente quando decidimos perdoar é que o processo de libertação desse sentimento triste acontece. Somente quando decidimos enxergar o outro como um semelhante a nós, em toda nossa comum humanidade, quando agimos impulsivamente, quando magoamos quem amamos, quando somos impacientes... Somente quando olharmos para o outro como gostaríamos que nos olhassem, é que estaremos nos libertando pouco a pouco desses sentimentos que aprisionam e adoecem nosso corpo e nossa alma.
Para que essa verdade se torne presente em nosso dia a dia, penso que é necessário lembrarmos constantemente do que a Bíblia nos ensina: "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos têm ofendido."
Interessante também é pensar que nessa oração não está escrito: "assim como perdoamos a quem nos ofendeu...", e sim: "a quem nos têm ofendido." Quanta sabedoria!
Basta estarmos próximos a alguém, num grupo ou seja lá como for, para estarmos expostos a ofensas e a ofender. Exercitemos então nossa compreensão e nossa decisão constante pelo perdão.

Tenham todos uma ótima semana.

Paz e bem!
Mirlaine Lima

domingo, 11 de setembro de 2011